Separação dos pais: como falar e lidar?
24 de abril de 2017
O Filho Adotivo
24 de abril de 2017

Fim de ano é uma época cheia de reuniões festivas. De um modesto jantar com amigos, até celebrações que envolvem fazer as malas para cair na estrada. Todo tipo de convite pode aparecer!

Mas quando se tem filhos pequenos, é preciso um planejamento maior para aproveitar a data. No caso de quem vai viajar, essa preparação, muitas vezes, começa com a organização do “kit sobrevivência”, com mudas de roupa, medicamentos, brinquedinhos etc.

A tal da conversa A gente sabe o quão complexo pode ser passar certos tipos de instruções para os pequenos. Mesmo que a criança não entenda todos os detalhes, é importante conversar com ela sobre a comemoração, o que vai acontecer e as pessoas que irão participar.

Se for um programa mais formal (como um jantar, por exemplo), vocês podem combinar atividades que ela pode fazer durante o evento. Aí é só complementar aquele kit com o brinquedo favorito, lápis de cor, joguinhos e outras coisas para ajudar a distrair e a passar o tempo.

Infraestrutura amiga A ida a confraternizações com crianças pode fazer algumas cenas virem à cabeça. Quem nunca viu uma família chegando ao restaurante e, após os primeiros cinco minutos à mesa, crianças sorridentes (e suas bexigas flutuantes) correndo salão afora? Pois é!

Já para os papais corajosos que vão para os restaurantes, clubes e afins, para evitar o “tédio” infantil, vale se informar sobre a estrutura do local onde a festa vai acontecer. É legal considerar itens como banheiros, fraldário, ambientes à parte (com mais sossego e silêncio) e a presença de itens específicos, como cadeirão especial e até mesmo um espaço para crianças, com brinquedos, sofazinhos, entre outros.

Mesmo com todas essas precauções, existe sim a possibilidade de o lugar da festa oferecer poucas opções ou da criança simplesmente não entender algumas orientações. Nesses momentos, vale tudo: desde ajustar os horários da festa (dar só aquela “passadinha”, sair mais cedo ou selecionar a dedo as confraternizações), conversar ainda mais com o pequeno e até ativar a rede de apoio (avós, padrinhos e tios confiáveis e dispostos a ajudar) por algumas horinhas. Tudo vai depender do clima!

Fonte : Texto original extraído do Blog Vida de Mãe – www.nestle.com.br/vidademae

carlos
carlos
Médico Pediatra formado pela Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo. Fez Residência Médica em Pediatria pelo Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo. Membro da Sociedade Brasileira e Paulista de Pediatria. Faz parte do Corpo Clínico dos Hospitais Albert Einstein, Sírio Libanês e Santa Catarina.

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *