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O desenvolvimento da audição se faz de modo gradual, em etapas cada vez mais complexas desde a vida intrauterina.

Para que uma criança desenvolva a fala ela deve ser capaz de detectar sons. Uma vez que ouça, deverá então, poder localizar de onde eles vêm, reconhecê-los, e saber o seu significado. Estas etapas não podem ser interrompidas sem que ocorram prejuízos funcionais importantes no desenvolvimento da criança. Por este motivo é necessário que se identifique no período de recém-nascido uma deficiência auditiva. Se descoberta precocemente, o Sistema Nervoso Central permite, quando estimulado, melhores resultados no desenvolvimento da linguagem e reabilitação auditiva.

Assim, os Pediatras, Fonoaudiólogas e Otorrinos tem chamado a atenção para a identificação e diagnóstico precoce da deficiência auditiva através do exame da orelhinha e se necessário fazer o seguimento com especialistas.

Além de doenças hereditárias que provocam deficiência auditiva, devemos seguir atentamente os recém-nascidos prematuros, especialmente os de peso menor do que 1.500 g, os que sofreram algum grau de asfixia no parto, os que tiveram infecções congênitas, como, toxoplasmose, rubéola, sífilis entre outras, os que fizeram uso de drogas ototóxicas e os que tiveram icterícia muito acentuada.

 

carlos
carlos
Médico Pediatra formado pela Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo. Fez Residência Médica em Pediatria pelo Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo. Membro da Sociedade Brasileira e Paulista de Pediatria. Faz parte do Corpo Clínico dos Hospitais Albert Einstein, Sírio Libanês e Santa Catarina.

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